Como posso eu?

Como posso eu

Poetizar o seu sorriso

O seu sorriso por si é poesia

Como posso eu

Vê-lo como a um espetáculo

Se por ele não paguei

Não o valorizei,

Nunca o faço

Talvez por embaraço de cometer ato ilegal

Penso que é normal

Mania pessoal

Mas o banal não me faz suspirar

Tanto ar que gastei

Em vez de ouro, eu sei

Perfeito anormal

Portanto, e como pudestes notar

Não passaram de palavras

E palavras, leva-as o ar

O ar, inspirei-o todo

por exprimir esta expressão

Mas sei que este poema não passa de lodo

Comparado com tal canção.

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